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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Inspiração para um Gestor: A Orquestra Sinfônica

Todo aquele que se estabelece na posição de Gestor de pessoas ou de processos e que busca o aperfeiçoamento da excelência da função, deveria agendar uma ida ao teatro para se deliciar com um show de uma Orquestra Sinfônica.

Mas se você é daqueles que não aprecia este tipo de espetáculo, não gosta de música clássica, etc, tente pelo menos fazer esse "sacrifício" (entre aspas, pois para mim não é) como etapa necessária para dar um upgrade no seu entendimento como gestor.

Entendimento de gestor? Isso mesmo!

Supondo que você já tenha ido ver esse tipo de espetáculo, já deve ter presenciado o momento do "aquecimento" que os músicos fazem antes, no próprio palco. É um emaranhado de sons, sem nexo, cada um tentando achar o melhor ponto do instrumento e do próprio corpo. Aquilo que ouvimos pode ser chamado de música? Penso que não.

Mas quando o maestro assume a orquestra, ele põe ordem em tudo. Determina, as vezes apenas pelo olhar, que os músicos se preparem para iniciar o espetáculo, e com a certeza de que cada um elemento daquela orquestra sabe bem o que deve ser feito. Inicia a peça.

Além disso, há o violinista ou o pianista que são os principais elementos da orquestra, dependendo é claro da obra que está sendo reproduzida. Normalmente ao final do espetáculo esses músicos, em especial, são chamados para compartilhar com o maestro a ovação positiva do público.

Mas, dependendo da peça, é necessária a presença do músico que toca pratos. Que em determinado momento da peça é acionado para dar enfase e embelezar ainda mais a música. Em algumas peças somente uma única vez, no grand finale.

Pois bem, tanto o principal violinista, pianista ou o músico que toca pratos, que como já citamos as vezes é tão pouco acionado, representam a essência do trabalho em equipe, e fazem do time do maestro um time vencedor.

Ao maestro, ou gestor, cabe entender o que cada um faz de melhor em sua função e motivá-los a exercer com dedicação profissional a sua vocação, a qual foi melhorada por treinamentos intensos.

É ou não uma aula de gestão de pessoas e processos?

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Inconstância

Devemos continuar algo que sabemos que não vai chegar a um bom fim?

Por que temos que nos adaptar a mediocridade e planificar ações baseados nisso?

Na minha opinião penso que a resposta para essas duas questões é peremptoriamente Não.

O engraçado é que as pessoas sabem que a coisa não vai pra frente mas quando você toma a decisão de interromper o processo surge ares de surpresa no rosto delas.

Tem até aquele com o qual você compartilhou temores, receios e novos planejamentos, que ao saber da notícia do rompimento diz "mas já?!".

Será que as pessoas estão preparadas para tomada de decisão? Ou acham que estão, fazem parecer que sim, mas na hora H se sentem pressionadas pelo momento, e recuam?

Pode ser.

O importante é o bem maior para o decisor, a certeza da decisão tomada. Pois só podemos ter certeza das decisões tomadas, mas não podemos ter certeza de que será a melhor decisão no tempo futuro. Como dizem os antigos, O futuro à Deus pertence.

Podemos nos apoiar na experiência de vida de grandes homens. Jobs enfatizava sempre que devemos olhar no espelho e perguntar para nós mesmos, o que você fará hoje realmente tem a importância que o seu dia e a sua vida merecem?